Rancho Carne ©Daniel Galera

Ranchocarne

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Oi. Meu nome é Daniel Galera e este é o meu site. Para sua conveniência, seguem hyperlinks para as principais seções em que seu conteúdo está subdividido: Novidades, Sobre o autor, Downloads, Livros [Barba ensopada de sangue, Cachalote, Cordilheira, Mãos de Cavalo, Até o dia em que o cão morreu, Dentes guardados], Traduções. Obrigado pela visita. Segue o baile.


Novidades

  1. Barba ensopada de sangue foi vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2013 e recebeu o terceiro lugar no Prêmio Jabuti de Romance.

Sobre o autor

Nasci em julho de 1979 em São Paulo, mas sou de família gaúcha e me criei em Porto Alegre. Já adulto, vivi alguns anos em São Paulo e Santa Catarina, e hoje moro em Porto Alegre de novo. Publiquei contos e textos diversos na internet de 1996 a 2001, com destaque para os três anos como colunista do mailzine Cardosonline (COL), e lancei meus dois primeiros livros pelo selo independente Livros do Mal, criado em 2001 por mim, Daniel Pellizzari e Guilherme Pilla. Além de escrever prosa de ficção, traduzo autores de língua inglesa e de vez em quando publico resenhas, ensaios e reportagens. Desde 28/1/13 sou colunista do jornal O Globo, às segundas no Segundo Caderno. Fui guitarrista/baixista da banda Blanched e tenho um rascunho de projeto musical chamado Velho Branco, que até o momento se resume a musiquinhas gravadas em 2003 com um microfone Genius de dez reais.

Rights handled by Laurence Laluyaux (Rogers, Coleridge & White), l.laluyaux@rcwlitagency.com


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Livros


Barba Ensopada de Sangue

Barba ensopada de sangue

Romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2012
Prêmio São Paulo de Literaura 2013
3° lugar no Prêmio Jabuti 2009, categoria Romance
Edições estrangeiras: Alemanha (Suhrkamp), Portugal (Quetzal), Catalunha (L´Altra Editorial), Holanda (Atlas Contact), Espanha (Mondadori)

Gaudério era um homem enigmático, de poucas palavras, poucos amigos e nenhuma concessão, que acabou sendo assassinado em um vilarejo de pescadores em Santa Catarina. Insatisfeito com essa versão sobre a morte do avô, ocorrida décadas antes, um professor de educação física se muda para a cidade em busca da verdade. No cotidiano vagaroso e frio do balneário fora de temporada, surge aos poucos uma história de amores perdidos, conflitos de família e segredos inconfessos, evocando a origem insuspeita dos mitos da vida comum e as dificuldades que enfrentamos para entender e reconhecer os outros.

O que disseram:

"Poucas vezes, no romance brasileiro contemporâneo, se viu um trabalho tão bem executado nos diálogos. Galera tem um ouvido especial para a forma como as pessoas do seu tempo se expressam. Nas suas descrições exaustivas, na estrutura da narrativa, que se abre ao afeto com maturidade rara, e também no compasso que impõe à história, formando uma espécie de ponte com os thrillers existenciais de Bernardo Carvalho, (...) o escritor gaúcho nascido por acaso em São Paulo mostra que veio para ficar." (Cadão Volpato, Valor Econômico)

"Galera cria um realismo peculiar e sensível pela densidade que consegue dar ao cotidiano sem excessos de gordura descritiva. É uma espécie de “realismo íntimo” em que a intimidade não provém dos sentimentos nem das meditações psíquicas e diálogos interiores do protagonista senão da precisão descritiva dos cenários escolhidos e da empatia que sempre expressa com os humores do personagem." (Karl Erick Shollhammer, Revista Cult)

"Em “Barba ensopada de sangue”, o autor dá um pulo adiante absolutamente supreendente, salto que recusa qualquer acomodação e o lança nas perigosas águas do horror. No fundo desta noite assustadora do terrível, do agônico, do espectral, está o ficcional. A configuração de uma linguagem realista, rica sempre em observações detalhistas, atenta ao visual, é ainda sua forma, sua escolha na condução da narrativa, mas sua impactante opção pela ficção inegociável, sem temer o doloroso ou o enigmático, fazem deste um romance muito especial." (Beatriz Resende, O Globo)

"Um dos melhores romances brasileiros deste ano e certamente um ponto alto na carreira de Galera." (Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo)

"Romance imperdível; é certo que em suas páginas o leitor passará horas naquele interessante e desejado estado de tensão, pela força dramática que consegue impor." (Luís Augusto Fischer, Zero Hora)

"Um livro de desespero tranquilo." (Breno Kümmel, As ordens da desordem)

"O mais recente livro do paulistano Daniel Galera reafirma seu estatuto como um dos melhores escritores de sua geração. Intenso, seguro, matizado, “Barba ensopada de sangue” é excelente." (Vinícius Jatobá, Revista Bravo!)



Cachalote

Cachalote

Quadrinhos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010
(co-escrito e ilustrado por Rafael Coutinho)
Edições estrangeiras: França (Cambourakis)
Teaser de lançamento: clique aqui

Um escultor recebe um inusitado convite para protagonizar um filme cujo roteiro parece estranhamente inspirado em sua vida privada. Um jovem vendedor de uma loja de ferragens, adepto da dominação sexual com cordas, descobre que a linda garota por quem se apaixona é particularmente frágil e suscetível ao seu fetiche favorito, o que os conduz a um perigoso embate. Um astro decadente do cinema chinês vem ao Brasil para o lançamento de um filme e torna-se suspeito da morte de seu companheiro de cena. Um playboy mimado e arrogante é expulso de casa pelo tio e enviado à Europa para se virar sozinho. Um escritor deprimido e sua ex-esposa, pais de uma menina, encontram-se em parques e lanchonetes de São Paulo, procurando manter o vínculo afetivo. Por fim, uma velha senhora grávida e solitária vaga por sua mansão e tem encontros oníricos com uma baleia cachalote na piscina de sua casa. Somando mais de trezentas páginas, as tramas são amarradas por temas e subtextos recorrentes, tais como o confronto dos personagens com acontecimentos drásticos ou misteriosos que transformam suas vidas, a conciliação da vida com a arte e a tentativa de preservar o afeto e o amor em relacionamentos ameaçados por circunstâncias adversas.

O que disseram:

"De pronto o que se destaca no trabalho de Galera e Coutinho é a plena interação narrativa que a dupla conseguiu. (...) Quando se fala em silêncios em Cachalote, fala-se de uma narrativa que se sustenta no desenho e no diálogo, sem o uso dos textos narrativos que correspondem, no gênero quadrinhos, a um narrador onisciente. Os personagens agem, e os vemos pelos desenhos detalhistas e de forte contraste entre linhas nervosas, amplos espaços claros e sombras intensas. Extensas passagens sem texto instalam no leitor esse silêncio que é também o dos personagens entre si - eles falam, e os lemos, por vezes balbuciantes, com dificuldades para comunicar seu universo interior, que é, no fim, o centro da narrativa. Universos incomunicáveis, que tropeçam na barreira das palavras." (Carlos André Moreira, Zero Hora)

"Aos diálogos existencialistas de Galera, pontuados com humor esparso e espessa melancolia, somam-se as sequências magistrais de Coutinho – um virtuose do incompleto, aproximando violentamente figura de fundo, num ritmo que imprime intimismo e ação ágil em doses venenosas. Parece fácil definir o livro usando arpões verbais como “obra-prima pop“, mas é preciso reconhecer uma quando aparece." (Ronaldo Bressane, Brasil Econômico)

"Rafael Coutinho se predispôs a enfrentar uma obra de ilustração complexa, para a qual não há fórmulas e muito menos tradição no Brasil. O resultado é um completo êxito: o seu jogo de luz e sombras é denso e funcional, os seus detalhes são ricos e impressionam em meio a um traço nervoso, que não faz concessões." (Delfin, Universo HQ)

"A estrutura do livro é simples de descrever: cinco histórias, cujos protagonistas são todos homens muito diferentes entre si, que acontecem independentemente. Um não passa pela história do outro, nem de leve, nem forçando a barra. A unidade do livro, o que amarra as histórias mesmo, tem mais a ver com os dilemas, os assuntos, as complicações em que cada um deles se coloca – nisso, sim, eles se esbarram um pouco. A vida cotidiana, amor, sexo, morte, amizade, solidão, arte, trabalho, cobranças, expectativas. A vida, naquela bagunça de dar dó. Se tomadas isoladamente, as histórias dão conta do recado, cada uma delas. Criam sentido, dialogam com a gente, são interessantes, provocativas. Mas há um elemento externo, meio non sense, cujo estandarte é a tal da baleia cachalote, que inscreve essas histórias, juntas, numa esfera lírica e desestabiliza, inclusive, nossa compreensão da normalidade da vida dos personagens. E aí o livro passa de ordinário a excepcional, de cotidiano a mágico. (Aline, Godot não virá)



Cachalote

Cordilheira

Romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2008
Prêmio Machado de Assis de Romance 2008 (Fundação Biblioteca Nacional)
3° lugar no Prêmio Jabuti 2009, categoria Romance
Edições estrangeiras: Portugal (Caminho)

“Eu disse que queria ter um filho. A menção ‘dessa coisa de filho’ pôs o barraco abaixo e acabamos brigando. Pela manhã eu disse que estava tudo acabado. Ele disse que eu era louca. Eu disse que mesmo assim estava tudo acabado. Ele disse que me amava. Eu também amava ele, mas mesmo assim. Ele disse que iria reconsiderar o assunto do filho. Mesmo assim. Ele perguntou para onde eu iria e o que faria da vida. Eu disse que ainda não sabia muito bem, mas passar um tempinho em Buenos Aires era um começo”.

O que disseram:

"Pontuado por digressões engenhosas, e movido por constantes revisões de perspectiva que mantêm os julgamentos sempre em suspenso, o realismo detalhista de Galera empresta verossimilhança e dramaticidade à história, dando vigor às reflexões que servem de eixo para o enredo. Buenos Aires aparece mais nos bares e cafés do que nas avenidas monumentais, e as descrições desses espaços, ao mesmo tempo concisas e atentas a pequenas particularidades, atestam não apenas o talento evocativo de Galera, mas também sua capacidade de observação. (...) Ainda que seja um livro sobre a relação entre escritores e suas obras, Cordilheira explora de maneira mais ampla a idéia da vida cotidiana como uma narrativa, indicando ao mesmo tempo limites para a auto-invenção e o caráter às vezes irrisório da distinção entre o real e a ficção." (Miguel Conde, O Globo)

"A comunidade de escritores fanáticos imaginada por Daniel Galera faz sentido mesmo para o leitor que desconheça essas piscadinhas de olhos eruditas. Trata-se, ainda uma vez, de meditar sobre os limites tênues entre a arte e o real. No caso, entre o que se escreve e a experiência vivida. Galera oferece uma torção adicional a essa problemática do escritor: como viver de acordo com aquilo que escrevemos e inventamos?" (Luiz Zanin, O Estado de SP)



Mãos de Cavalo

Mãos de Cavalo

Romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2006
Edições estrangeiras: Portugal (Caminho), Itália (Mondadori), Argentina (Interzona), França (Gallimard)

Um garoto de dez anos leva um tombo espetacular da bicicleta. O mais temido morador de um condomínio de Porto Alegre sofre falta violenta numa partida de futebol. Dois amigos preparam-se para a aventura radical de escalar o Cerrro Bonete, na Bolívia. Por trás de acontecimentos díspares, que aos poucos vão se conectando no tempo e no espaço dramáticos, Mãos de Cavalo revela aos poucos uma trama delicada sobre memória, perda e culpa.

O que disseram:

"Dividindo a obra em duas partes que caminham simultaneamente, Galera entrelaça, com rara habilidade, a narrativa memorialística sobre um grupo de adolescentes de Porto Alegre (...) com o relato de um dia na vida de Hermano, um médico de sucesso. E tudo isso é conduzido por uma prosa marcadamente individual, que diferencia o autor como um dos melhores contadores de história da nova geração." (Beatriz Resende, Revista Veja)

"A arquitetura hábil do romance permite a Galera compor, com prodigiosa economia de meios e dosando secura e lirismo com a sabedoria de um veterano, uma emocionante história de crescimento." (Sérgio Rodrigues, Todoprosa)

"O romance parte de uma bem bolada configuração narrativa, na qual histórias aparentemente independentes correm paralelas, para, aos poucos, irem se imbricando: o Ciclista Urbano ganha velocidade na sua ´antiquada porém feroz Caloi Cross aro 20 com freio de pé´, um adolescente classe-média-baixa anda aos encontrões com os amigos (e a vida), um cirurgião plástico bem-sucedido planeja escalar um cerro boliviano. Tudo culmina em um não saber-se quem se é, uma sobreposição de identidades, acompanhada pela melancólica constatação de que jamais seremos alguém além de nós mesmos. Galera conduz o seu leitor por uma Porto Alegre próxima e distante, em que se percorre a nova perimetral, de Petrópolis até a Zona Sul. Mais ou menos como um road movie que não sai do lugar." (Eduardo Veras, Zero Hora)



Até o dia em que o cão morreuAté o dia em que o cão morreu

Até o dia em que o cão morreu

Romance. Porto Alegre: Livros do Mal, 2003
São Paulo: Companhia das Letras, 2007

Adaptado para o cinema por Beto Brant e Renato Ciasca (Cão sem dono, 2007)

Solitário, sem dinheiro e entediado em Porto Alegre, um homem ancorado numa adolescência tardia vive um impasse: quando um cachorro e uma modelo chamada Marcela entram em sua vida, ele precisa optar entre um cotidiano sem riscos emocionais e a instabilidade das paixões que se anunciam.

O que disseram:

É possível que [Galera] tenha captado como ninguém o espírito dessa geração que, aos olhos dos mais velhos, parece perdida e desejosa de prolongar indefinidamente a adolescência. Seja como for, Até o dia em que o cão morreu revela um escritor talentoso e cheio de personalidade, que tem no frescor da linguagem sua virtude mais evidente. (José Geraldo Couto, Carta Capital)

Até o dia em que o cão morreu seria de fato um romance? Daniel Galera aqui parece jogar com o gênero, afastando-se de suas premissas assim que a narrativa pede um corte cinematográfico, às vezes brusco, de um capítulo a outro mais breve ainda. São contos? Não importa na leitura desse tocando livro o bizantinismo teórico. Importa que nesta ficção o camuseano autor oferece um testemunho único dentro de sua geração, único porque responde a uma demanda agudo do nosso tempo numa sociedade periférica: ou seja, a história de um jovem que se exaure antes da maturidade, se exaure pela ociosidade massacrante, sem saída à vista, se exaure porque o amor lhe confere apenas soluços secos, gozos avulsos. (João Gilberto Noll, apresentação à primeira edição)

Um romance escrito com desafetação e ímpeto, que representa bem a jovem literatura entre nós surgida na virada do século, adepta da linguagem ligeira da internet e dos blogs, e refém do impulso à confissão - ou falsa confissão. Mas, por vezes, como em Até o dia em que o cão morreu, acontece o inesperado: o escritor cria um personagem que o desmente. Um personagem que, indiferente à autoridade do autor, o ultrapassa e até mesmo o trai. Não penso nas intenções de Galera ao escrever seu livro que, é claro, desconheço. Mas, sim, no relato que li e em sua maneira franca de acessar o mundo, desenvoltura de que aqui e ali, no entanto, o próprio narrador nos induz a desconfiar. (José Castello, O Globo)

"Estou lendo, e admirando pra burro, o estilo de um garoto chamado Daniel Galera. O menino gaúcho tem apenas 23 anos e escreve como um velho endemoniado. Até o Dia em que o Cão Morreu, da editora Livros do Mal, merece uma visita. É escrita de cachorro grande." (Carlos Castelo Branco, Revista Caros Amigos)



Dentes Guardados

Dentes guardados

Contos. Porto Alegre: Livros do Mal, 2001
Edições estrangeiras: Itália (Arcana)
Adaptado para o teatro por Mário Bortolotto em 2002

O que disseram:

"Um escritor estreante com consciência dos poderes subjetivos da literatura." (Bernardo Carvalho, Folha de São Paulo)

"A começar pelo título, tirado de Hilda Hilst, Dentes guardados estabelece diálogos com a tradição literária, mas cada uma das 14 histórias é atravessada por referências ao cotidiano de jovens intelectualizados e saudavelmente insatisfeitos com a vida. Isso se manifesta, é claro, em situações, mas principalmente no bom ouvido de Galera para registrar o coloquial sem descuidar da forma. Seus personagens são facilmente reconhecíveis, mas não decalcam a vida: são, por tudo isso, solidamente literários. Em seus melhores momentos, Dentes guardados retoma, sem redundância, os conflitos da masculinidade na ressaca do 'liberou geral'. Já que pode tudo, o que realmente se quer?" (Paulo Roberto Pires, Revista Época)


Traduções


Skagboys [Skagboys], de Irvine Welsh
(Rio de Janeiro: Rocco, previsto para 2014. Co-tradução com Daniel Pellizzari)

Os mil outonos de Jacob de Zoet [The thousand autumns of Jacob de Zoet], de David Mitchell
(São Paulo: Companhia das Letras, previsto para 2014)

O lobo do mar [Sea Wolf], de Jack London
(Rio de Janeiro: Zahar, 2013)

Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo, de David Foster Wallace
(São Paulo: Companhia das Letras, 2012; co-tradução com Daniel Pellizzari)

Seu corpo figurado [Your body figured], de Douglas A. Martin
(Rio de Janeiro: Editora Bolha, 2011)

28 Contos de John Cheever (São Paulo: Companhia das Letras, 2010)

Jimmy Corrigan, O Garoto Mais Esperto do Mundo [Jimmy Corrigan, The Smartest Kid on Eearth], de Chris Ware
(São Paulo: Companhia das Letras, 2009)

Sobre a beleza [On beauty], de Zadie Smith
(São Paulo: Companhia das Letras, 2007)

Reino do Medo [Kingdom of Fear], de Hunter S. Thompson
(São Paulo: Companhia das Letras, 2007)

Indecisão [Indecision], de Benjamin Kunkel
(Rio de Janeiro: Rocco, 2007)

Extremamente alto & incrivelmente perto [Extremely Loud & Incredibly Close], de Jonathan Safran Foer
(Rio de Janeiro: Rocco, 2006)

Pornô [Porno], de Irvine Welsh
(Rio de Janeiro: Rocco, 2006. Co-tradução com Daniel Pellizzari)

Minha Vida, de Robert Crumb
(São Paulo: Conrad, 2005. Quadrinhos)

Trainspotting [Trainspotting], de Irvine Welsh
(Rio de Janeiro: Rocco, 2005. Co-tradução com Daniel Pellizzari)

Nem os mais ferozes [No beast so fierce], de Edward Bunker
(São Paulo: Barracuda, 2004)

Blues, de Robert Crumb
(São Paulo: Conrad, 2004. Quadrinhos)

América, de Robert Crumb
(São Paulo: Conrad, 2004. Quadrinhos)

Contos de fadas [Fairy tales], de Michael Coleman
(São Paulo: Companhia das Letras, a publicar)

Lendas do Rei Artur [Arthurian Legends], de Margaret Simpson
(São Paulo: Companhia das Letras, 2004)

O blog de Bagdá [The Bagdah Blog], de Salam Pax
(São Paulo: Companhia das Letras, 2003)




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